21/05/2018

Casamento Real: qual seu vestido predileto?


Um sonho: Diana no lugar da Camila, infelizmente, não é possível.

Oi gente!

Inegavelmente esse mês de maio foi cheio de surpresas, não é?

Entre eles, o casamento real do príncipe Harry com a atriz Meghan Markle, que veio para quebrar tabus e mostrar para a rainha Elizabeth II que os tempos mudaram mesmo.

E como maio é o mês das noivas, por que não falar desse casamento luxuoso que fez o mundo parar para acompanhar tudinho, não é mesmo?

Entre sorrisos, emoção e muitas lágrimas ao ouvir as palavras de Harry a sua amada, esse casamento marcou e muito!

Mas, o objetivo aqui é falar de maio e de sua dedicação as noivas. Assim, o casamento real serviu de fundo para sugestões de vestidos em suas diferentes épocas.

Por isso, falaremos aqui sobre os vestidos da realeza, para que as futuras noivas possam se inspirar neles.

1. Rainha Elizabeth II



Começamos então pela dona da p**ra toda, a Rainha Elizabeth II, apesar da foto em preto e branco, sabemos que a peça foi feita em seda, com mangas compridas e aplicações de cristais e pérolas. Assinado por Norman Hartnell que se inspirou na obra de arte renascentista Primavera, de Sandro Botticelli.

2. Princesa Diana



O vestido que se tornou ícone mundial nas décadas de 1980 e 1990, Diana usou um vestido volumoso feito em seda e tafetá com direito a muitos babados e aplicações de mais de 10 mil pérolas e cristais. Feito pela estilista Elizabeth Florence Emanuel com tecido fabricado especialmente em uma fazenda britânica, rendas antigas – que dizem ter vindo do navio Queen Mary – e um arco azul na cintura, o vestido atendia a três dos quatro itens da tradição do algo velho, algo novo, algo azul e algo emprestado. O quarto ficou por conta da antiga tiara da Família Spencer usada pela noiva. Dois detalhes nunca vistos pelo público que acompanhou a celebração foram a mancha causada pelo perfume que a própria Diana derramou, e um pingente de ouro 18 quilates que os estilistas prenderam à etiqueta. Para completar, os sapatos tinham 542 lantejoulas e 132 pérolas em forma de coração, além de terem sido pintados a mão. Caso chovesse, ela ainda poderia contar com um guarda-chuva que combinava perfeitamente com o visual.



3. Princesa Kate



Quando se casou há sete anos, Katherine usou um vestido confeccionado em seda marfim e cetim branco com renda inglesa Cluny, renda francesa Chantilly, e teve bordados feitos à mão pela Escola Real de Costura com desenhos de rosas, narcisos e trevos. A peça foi assinada por Sarah Burton, diretora criativa da grife de Alexander McQueen. A tiara usada por ela foi um presente do rei Jorge VI para sua mulher pouco antes de assumir o trono e que foi entregue à rainha Elizabeth II em seu aniversário de 18 anos.

4. Princesa Meghan



Meghan Markle surgiu deslumbrante, no último sábado, em um vestido minimalista feito por Clare Waight Keller, a primeira diretora mulher da marca Givenchy. confeccionado em seda pura, véu de 4 metros com flores bordadas à mão em fios de seda e organza. Além disso, Meghan surgiu com a tiara da rainha Mary, avó da rainha Elizabeth II, feita com cem diamantes, sendo que o maior deles é datado de 1893. O vestido é o mais simples quando comparado com os descritos acima.

E aí? Qual gostou mais? Qual deles inspiraria seu casamento caso fosse realizado esse ano? O vestido com mangas bufantes de Lady Di ou o minimalista da Duquesa de Sussex Meg?

Compare os quatro na imagem abaixo e deixe sua opinião nos comentários.

Tenho amado esses casamentos reais, as noivas pisam na rainha, parece que quem fez Diana sofrer, está sofrendo do ego um pouquinho, né? Hahaha.

P.S.: Ouvi críticas ao fato de Meghan ter optado por cabelos lisos em seu casamento e não crespos como é sua origem, li pessoas falando que, como feminista, ela devia ter mudado o cabelo e ter sido fiel a origem afro. Sinceramente, isso não combina com o discurso feminista que muitos pregam hoje em dia. Porque, ao meu ver, esse grupo diz lutar pelo direito de a mulher ser o que ela quiser, assim, se a mulher pode ser o que ela quiser e quando quiser, ela pode sim optar pelo cabelo que quer usar em diferentes ocasiões. Me assusta pessoas que alisaram o cabelo a vida inteira sentirei nojo de cabelo liso e falarem da chapinha como se fosse um monstro, francamente, pensem bem no que pregam, se pregam igualdade e direitos para a mulher, então se libertem desses traumas e respeitem a mulher que quer usar a chapinha, os dreads, o crespo e até rapar o cabelo.

Beijos!

20/05/2018

Maio Laranja



Oi gente!

Hoje, conheceremos mais uma campanha do mês de maio (veja as demais aqui: 1, 2, 3, 4, 5) e, provavelmente, a última, pelo menos que eu conheço, se souberem de mais alguma, me informem, por favor.

Podemos dizer que, de certa forma, o assunto é polêmico.

Vamos falar sobre Maio Laranja, cujo objetivo é discutir e acabar com o abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

A campanha é realizada no mês de maio, já que dia 18/05 é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Com isso, durante o mês, os governos municipais promovem eventos com palestras, blitz, caminhadas e informativos na busca de exterminar esse mal que atinge as crianças e os adolescentes.

Sabemos que não é fácil e, digo polêmica, porque sempre gera controvérsias esse assunto, no entanto, não é porque é polêmico e controverso que devemos nos calar.

É necessário denunciar sim! É preciso combater tais ações maléficas para os nossos menores e imprescindível proteger nossas crianças.

Sabemos que muitas vezes o mal está dentro da própria casa e precisamos ficar alertas, não podemos ignorar o que vemos, nem nos calar.

E caso note algo estranho, use o Disque 100 e denuncie! Lembre-se que quem se cala é tão culpado quanto o algoz!

Bom, espero que tenham curtido saber um pouco mais sobre as campanhas existentes no nosso amado mês de maio.

Sei que o blog aqui é mais descontração e um mixer de tudo que eu gosto, mas não podia deixar passar em branco informações tão preciosas para nossa vida, desde a discussão acerca do trânsito seguro como dados sobre nossa saúde e proteção de nossas crianças.

E não esqueçam de visitar o Mundo de MJ, ok?

Beijos!

19/05/2018

Maio Vermelho


Oi gente!

Hoje falaremos sobre mais uma campanha do mês de maio (veja as outras aqui: 1, 2, 3, 4).

Vamos saber mais sobre o Maio Vermelho, aliás, falamos essa semana sobre Maio Vermelho acerca do câncer bucal, o de hoje é meio amarelo e meio vermelho e o assunto são as hepatites.

Vejo pouca discussão acerca do tema, o que é terrível, já que existe cinco tipos da doença e cada uma possui particularidades e formas de contrair diferentes uma da outra.

Assim, hoje (19/05) é o Dia Mundial de Combate as Hepatites Virais (destaque também para o dia 28/07 em que é o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites) e, por isso, vamos falar aqui acerca do tema.

Como já disse acima, existem cinco tipos de hepatite, cada uma designada por uma das cinco primeiras letras do alfabeto, vamos conhecer um pouco de cada uma, forma de transmissão, sintomas diagnóstico e prevenção da mesma (dados do site Blog da Saúde do Ministério da Saúde):

1. HEPATITE A

A hepatite A é uma doença contagiosa, causada pelo vírus A (VHA) e também conhecida como “hepatite infecciosa”.
Transmissão: Fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus.
Sintomas: Geralmente, não apresenta. Porém, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Quando surgem, costumam aparecer de 15 a 50 dias após a infecção.
Diagnóstico: É realizado por exame de sangue. Após a confirmação, o profissional de saúde indicará o tratamento mais adequado. A doença é totalmente curável quando o portador segue corretamente as recomendações médicas.
Como se prevenir: Melhorar as condições de higiene e de saneamento básico, lavar sempre as mãos, consumir apenas água tratada, evitar contato com valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto a céu aberto.

2. HEPATITE B

A hepatite do tipo B é uma doença infecciosa também chamada de soro-homóloga, causada pelo vírus B (HBV).
Transmissão: Como o VHB está presente no sangue, no esperma e no leite materno, a hepatite B é considerada uma doença sexualmente transmissível.
Sintomas: A maioria dos casos de hepatite B não apresenta sintomas. Mas, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de um a seis meses após a infecção.
Diagnóstico: É feito por meio de exame de sangue específico.
Como se prevenir: Usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar objetos de uso pessoal, como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure, equipamentos para uso de drogas, confecção de tatuagem e colocação de piercings.

3. HEPATITE C

A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV), já tendo sido chamada de “hepatite não A não B”. O vírus C, assim como o vírus causador da hepatite B, está presente no sangue.
Transmissão: Compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, entre outros), higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou para confecção de tatuagem e colocação de piercings; de mãe infectada para o filho durante a gravidez; sexo sem camisinha com uma pessoa infectada.
Sintomas: O surgimento de sintomas em pessoas com hepatite C aguda é muito raro. Entretanto, os que mais aparecem são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Quando a infecção pelo HCV persiste por mais de seis meses, o que é comum em até 80% dos casos, caracteriza-se a evolução para a forma crônica.
Diagnóstico: Depende do tipo do vírus (genótipo) e do comprometimento do fígado (fibrose). Para isso, é necessária a realização de exames específicos, como biópsia hepática nos pacientes sem evidências clínicas de cirrose e exames de biologia molecular.
Como se prevenir: Não compartilhar com outras pessoas nada que possa ter entrado em contato com sangue, como seringas, agulhas e objetos cortantes. Entre as vulnerabilidades individuais e sociais, devem ser considerados o uso de álcool e outras drogas e a falta de acesso à informação e aos insumos de prevenção como preservativos, cachimbos, seringas e agulhas descartáveis.

4. HEPATITE D

A hepatite D, também chamada de Delta, é causada pelo vírus D (VHD). Mas esse vírus depende da presença do vírus do tipo B para infectar uma pessoa.
Transmissão: Assim como a do vírus B, ocorre por relações sexuais sem camisinha com uma pessoa infectada; de mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação; compartilhamento de material para uso de drogas (seringas, agulhas, cachimbos, etc), de higiene pessoal (lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam) ou de confecção de tatuagem e colocação de piercings;
Sintomas: Da mesma forma que as outras hepatites, a do tipo D pode não apresentar sintomas ou sinais discretos da doença. Os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.
Diagnóstico: A gravidade da doença depende do momento da infecção pelo vírus D. Pode ocorrer ao mesmo tempo em que a contaminação pelo vírus B ou atacar portadores de hepatite B crônica (quando a infecção persiste por mais de seis meses). Na infecção simultânea dos vírus D e B, na maioria das vezes, manifesta-se da mesma forma que hepatite aguda B. Já na infecção pelo vírus D em portadores do vírus B, o fígado pode sofrer danos severos, como cirrose ou até mesmo formas fulminantes de hepatite.
Como se prevenir: Como a hepatite D depende da presença do vírus B para se reproduzir, as formas de evitá-la são as mesmas do tipo B da doença.

5. HEPATITE E

A hepatite do tipo E é uma doença infecciosa viral causada pelo vírus VHE, mas possui ocorrência rara no Brasil, sendo mais comum na Ásia e África.
Transmissão: Sua transmissão é fecal-oral, por contato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados pelo vírus.
Sintomas: Como as outras variações da doença, quase não apresenta sintomas. Porém, os mais frequentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. Esses sinais costumam aparecer de 15 a 60 dias após a infecção.
Diagnóstico: Realizado por exame de sangue, no qual se procura por anticorpos anti-HEV. Na maioria dos casos, a doença não requer tratamento, sendo proibido o consumo de bebidas alcoólicas, recomendado repouso e dieta pobre em gorduras.
Como se prevenir: Melhorar as condições de higiene e de saneamento básico, como lavar sempre as mãos, consumir apenas água tratada, evitar contato com valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto a céu aberto.

Complexo, né? Mas como vimos é possível evitar, basta atenção.

No entanto, se sentir algum dos sintomas acima, não recue, procure o médico rapidamente, lembrem-se: a melhor forma de cura é um diagnóstico precoce em qualquer caso.

E não esquece de conhecer um pouco mais sobre o Mundo de MJ.

Beijos!

18/05/2018

Maio Roxo


Oi gente!

Dando continuidade as campanhas do mês de maio (veja as outras: 1, 2, 3), hoje falaremos da campanha Maio Roxo, que busca conscientizar, prevenir e fazer com que todos conheçam as doenças inflamatórias, entre as principais a Doença de Crohn e Colite.

Amanhã (19/05) é o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal e durante todo o mês diversos debates, palestras e informativos são realizados na busca de tratar as pessoas que convivem com essa doença e também chamar a atenção para o diagnóstico precoce.

Mas, o que seria Doença de Crohn e Colite?

A doença de Crohn é uma inflamação séria no trato gastrointestinal com predominância no intestino delgado e grosso. É mais frequente entre os 30 e 40 anos, mas pode ser desencadeada em qualquer idade. Os primeiros e principais sintomas são diarreia, cólica abdominal e febre, ou seja, indícios que podem surgir por diversos motivos e que dificilmente o indivíduo pensa e identifica como uma possível complicação gastrointestinal. Cada paciente tem um perfil, podendo ser inseridos em três classificações básicas da doença: leve a moderada, moderada a grave e grave fulminante (dados do site EncontrAR).

Já a Colite é uma doença inflamatória que atinge uma ou mais camadas do cólon, provocando disfunções. Qualquer alteração no funcionamento do intestino grosso que seja causada por inflamações pode ser considerada uma colite. Isso origina alguns sintomas, como desidratação e diarreia. A doença pode variar de aguda a crônica, dependendo de sua gravidade. Não se sabe ao certo o que causa a colite, porém diversos fatores podem influenciar para o desenvolvimento dessa condição. Alguns desses fatores podem ser doenças primárias, irritações relacionadas ao uso de medicamentos, bactérias, ulcerações, reações alérgicas e vírus. Quanto ao tratamento, ele irá variar de acordo com as causas e os sintomas apresentados, mas uma dieta branda deverá ser mantida até que os sintomas se amenizem e o causador seja controlado. Em casos mais graves, uma cirurgia para retirar o intestino grosso pode ser necessária. O pico de ocorrência da doença está entre os 15 e 35 anos, e acredita-se que haja uma base hereditária e fatores ambientais que deixam alguns indivíduos com maior propensão a ela (dados do site Minuto Saudável).

Daí, vendo todos os sintomas possíveis fica mais fácil procurar um especialista, lembre-se que com a saúde não se brinca. Por isso, devemos sempre procurar um médico e não guardar para si sintomas que possam desencadear doenças maiores.

Amanhã, conheceremos mais uma campanha desse mês de maio, não esquece de visitar o Mundo de MJ.

Beijos!